A poesia, para Ferreira Gullar, nasce de um espanto. Já para Adélia Prado, ela vem da “terceira margem da alma”. Ambos concordam, porém, que os momentos inspirados vêm subitamente, sem controle, reservando ao poeta a função de instrumento para decodificá-los em versos.
Miserere chega às livrarias nesta quinta-feira...
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